Minicursos

Carga horário dos minicursos: 12 horas.

Dias 16, 17 e 18 das 14h às 18h

Confira o valor dos minicursos AQUI

Lista de Minicursos

Minicurso

Ministrante

Origem

Ilustração Botânica – Lápis de cor Maura Piccoli  Curitiba – PR
Ilustração Botânica em Aquarela Rosane Quintella   Curitiba – PR
Grafite e suas possibilidades aplicadas à ilustração científica Rogério Lupo  São Paulo – SP
Ilustração Científica Digital 3D (Autodesk Maya) Diana Marques  Portugal
Cores: Teoria e Prática para Ilustradores Científicos Diana Carneiro  Curitiba – PR
Bases para Ilustração Médica: Aplicação deTécnicas Tradicionais e Recursos Digitais. Iriam Starling Belo Horizonte – MG

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES MINICURSOS:

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ILUSTRAÇÃO BOTÂNICA – LÁPIS DE COR

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15 vagas

Conteúdo:

– Explicação sobre os diversos lápis de cor e todo o material usado nesta técnica;
– Exercício para entender a pintura em camadas;
– Emprego da técnica em uma ilustração;
– Recusos usados, juntamente, com lápis de cor;
Material para ilustração botânica com lápis de cor (seco)

– 2 lápis grafite – HB e H;
– Apontador (se encontrar para ponta longa melhor);
– Borracha plástica;
– Limpa tipo;
– Papel prensado à quente – 300 gramas m² – Satine;
(Fabriano, Arches, Canson Moulin du Roy);
– Régua e/ou esquadro;
– Papel para rascunho;
– Lente de aumento (se você tiver);
– Lápis de cor Faber Castell Polychromos (20 a 25 cores)*;

Sugestão de cores:
– FC101 White
– FC103 Ivory
– FC102 Cream
– FC184 Dark Naples Ochre (Ochre)
– FC118 Scarlet Red (Scarlet Lake)
– FC142 Madder
– FC133 Magenta (Bordeaux Wine Red)
– FC193 Burnt Carmine
– FC225 Dark Red
– FC123 Fuchsia
– FC134 Crimson (Magenta)
– FC138 Violet
– FC170 May Green
– FC168 Earth Green Yellowish (Moss Green)
– FC172 Earth Green (Grey Green)
– FC173 Olive Green Yellowish (Olive Green)
– FC174 Chrome Green Opaque (Cedar Green)
– FC278 Chrome Green Oxide
– FC179 Bistre
– FC178 Nougat
– FC175 Dark Sepia
– FC272 Warm Grey III
– FC273 Warm Grey IV
– FC274 Warm Grey V

*Esses são lápis de cor para artistas, a base de óleo e de boa qualidade e durabilidade. Se você tiver outros lápis como, PRISMACOLOR PREMIER, CARAN D’ACHE LUMINANCE, também pode ser utilizado nesta aula.

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ILUSTRAÇÃO BOTÂNICA EM AQUARELA

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Conteúdo:

Escolha do material a ser ilustrado
Técnica básica de desenho – uso do compasso
Representação de volume – luz e sombra
Transferência do esboço para papel definitivo
Técnica básica de aquarela
– Composição da paleta
– Pinceladas, camadas de cor, brilho e sombra
– Registro de cor local e suas nuances
Demonstração de exercícios
Apresentação de trabalhos feito pelo ministrante

Material para Ilustração Botânica em aquarela

– Papel sulfite comum ou sufurisê tamanho A4 , 4 folhas
– Lápis HB
– Borracha comum
– Compasso de 2 pontas secas ou escolar
– Papel Fabriano Clássico 5 Hot press, L 121 , 2 folhas tamanho A4
– Paleta com tampa
– Tintas para aquarela: Profissionais ou Artisticas; Sugestões; Winsor&Newton, Rembrandt, Schmincke ou outra de boa qualidade
Paleta básica de cores: Cadmium Lemon, Cadmium Yellow, Cadmium red, Permanent Magenta, Cobalt Blue, French Ultramarine, Indigo, Payne’s Gray e Sepia
– Pincéis: Pelo de marta ou sintético; Sugestão para sintético: Condor 425 números 8 e 10; Condor 409 número 00
– Papel toalha e 2 copos para água

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GRAFITE E SUAS POSSIBILIDADES APLICADA A ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA

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Rogério Lupo – ministrante

vagas: 20

pré-requisito: desejável alguma boa noção de desenho de observação

Exercício pré-curso

(indispensável para melhor aproveitamento do curto período de curso, caso o aluno ainda não seja capaz de obter o resultado descrito abaixo. A confecção desse exercício deixará o curso mais eficiente e focado a resolver assuntos que vão além de questões práticas e habilidades que precisam do tempo para serem desenvolvidas)

Preencher uniformemente com grafite uma determinada área de papel, procurando refinar ao máximo o acabamento, de forma que os traços se diluam e se mesclem em uma textura lisa e homogênea. A sugestão é começar com traços sempre numa mesma direção, e caso seja possível, variar a direção dos traços à medida que se melhora a uniformidade. Traços cruzados melhoram a uniformidade do preenchimento, desde que já se esteja apto a não mais deixar fortes marcas dos riscos de lápis. É bom procurar delimitar áreas, como figuras angulares (triângulo, quadrado) ou circulares, e preencher o interior da figura de modo totalmente uniforme evitando as marcas nas bordas ou no interior (esse desafio exige perseguição de soluções pessoais). Essa prática traz muita melhoria aos resultados.

Detalhes importantes: com o lápis apontado muito agudo é mais difícil controlar as marcas de traços, e com o lápis muito arredondado e gasto fica impossível evitar que a textura do papel domine o resultado. A sugestão é apontar, mas deixar sem ponta aguda. Para entender sobre as denominações dos lápis, H, HB, 2B etc, qual e como usar, sugere-se a leitura do artigo “Grafite e seu uso” em rogeriolupo.blogspot.com (veja menu à direita da página, com o título “algo sobre técnicas e instrumentos”).

Depois que for obtida uma textura uniforme, preencher mais áreas da mesma forma, mas procurando criar gradações de claro/escuro. Essas gradações (degradê) podem e devem ser de vários tipos, desde longas até curtas, ou seja, pode haver variação contínua do tom (a cada cm o tom clareia mais ou escurece mais) ou variações bruscas, mas sempre degradadas  (o tom clareia, escurece, clareia, mas nunca sem um degradê na transição). Seja qual for a prática, as texturas de cada área, clara ou escura, devem ter sempre a uniformidade obtida no exercício sem degradê. O que varia é o tom, mas a uniformidade de preenchimento em cada tom tem que ser presente.

Sugere-se serem feitas ao menos 10 folhas A4 dessa prática (de preferência ao longo de alguns dias ou semanas, para que haja tempo de o corpo assimilar e aperfeiçoar movimentos sutis), e que as folhas sejam guardadas, para o aluno ver seu próprio desenvolvimento, e levadas ao curso para troca de experiências e resolução de dúvidas.

Conteúdo

Método de observação acurada de luz e sombra em todas as suaves nuanças

Formas de apontar, manusear e movimentar o lápis para aperfeiçoamento da aplicação e preenchimento com o grafite

Uso de leveza no desenho para melhor aproveitamento do tempo e preservação do papel

Métodos de preenchimento total com sombra, de forma gradual dos tons claros aos escuros

Representação prática de texturas, diferenças de cor no objeto representadas em tons de cinza no desenho, diferentes luminosidades e reflexos, formas práticas e rápidas para resolução de pelos e espinhos demasiados

Correções e prevenções de erros, deformidades e danos irreversíveis desesperadores.

Materiais

(caso não possa achar, entre em contato antecipado com o professor para encomendar. Os materiais sugeridos trazem marcas específicas porque faz muita diferença no resultado o material que se usa, mesmo para uma técnica aparentemente simples como o grafite)

Objeto a ser desenhado, se desejar (sugestões: concha, folha seca, planta viva em vaso, noz ou castanha, fruto seco, ou durável  – como maçã, abacate, pêssego, kiwi  -, animal taxidermizado etc. Objetos como árvores ou seres humanos não precisam ser levados, teremos alguns por lá).

Lápis Grafite 2H, H, HB, 2B e 4B. Preferência a Cretacolor (Áustria), Faber Castell 9000 ou de linha melhor, Caran D’Ache, Bruynzeel, Mitsubishi

Borracha branca macia foam Sakura ou Pentel

Limpa-tipos Cretacolor ou Milan

Papel  Canson Lay Out ou similar, 120 g/m2, A3 ou A4. Sugestões para papel extra: Canson CA Grain ou Lavis Technique, Fabriano 4L ou 6L (ou 5L satiné), ou qualquer papel que se queira testar, liso ou levemente texturado como o verso do Canson Mi-Teintes por ex.

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ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA DIGITAL 3D (Autodesk Maya)

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Número de vagas: 8 participantes
Pré-requisitos: minicurso aberto para participantes iniciados ou com experiência intermédia em
ilustração digital 3D. Utilização prévia de sistema operativo Macintosh recomendada mas não
obrigatória

Programa:

   * introdução à ilustração digital em 3D: breve enquadramento no panorama da ilustração actual,
aplicações, requisitos técnicos de hardware, software disponível no mercado

   * ilustração científica digital em 3D: vantagens e desvantagens, aplicações

   * o ambiente digital em três dimensões e principais etapas de realização de uma ilustração:
modelação com polígonos, criação e aplicação de texturas, iluminação e renderização

   * introdução ao programa Autodesk Maya com detalhe das suas características, interface e
ferramentas

   * realização de um exercício prático de ilustração científica com aplicação das quatro etapas de
uma ilustração digital em 3D

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BASES PARA ILUSTRAÇÃO MÉDICA: APLICAÇÃO DE TÉCNICAS TRADICIONAIS E RECURSOS DIGITAIS. 

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Público alvo: ilustradores, artistas plásticos e desenhistas interessados, alunos da área de biologia e saúde que já tenham noções de desenho.
Número de vagas: Máximo de 25 alunos.
Material dos alunos: livre escolha. Pode ser Papel A4, grafites variados, lápis de cor, nanquim.
Será abordado a aplicação dos recursos tradicionais de desenho e pintura na ilustração médica, bem como os recursos digitais. Também abordarei o uso de fotos e imagens diagnósticas (RX, Tomografia, etc) como base para ilustração médica. Será também aberto debate sobre direitos autorais e mercado de trabalho.

Conteúdo:

  1. INTRODUÇÃO;
  2. O MERCADO PARA ILUSTRAÇÃO MÉDICA;
  3. GRAFITE, CARVÃO, NANQUIM, PASTEL, LÁPIS DE COR;
  4. PRÁTICA – Esboço de peça anatômica – proporções, luz e sombra, volume.
  5. DIREITOS AUTORAIS;
  6. GUACHE, AQUARELA, ACRÍLICA E ÓLEO;
  7. PINTURA DIGITAL;
  8. PRÁTICA – Desenho de peça anatômica – técnica a escolher.
  9. ORÇAMENTOS;
  10. FOTOS, FILMES E IMAGENS DIAGNÓSTICAS COMO BASE PARA ILUSTRAÇÃO MÉDICA;
  11. PRÁTICA – Desenho de peça anatômica – técnica a escolher.

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CORES: TEORIA E PRÁTICA PARA ILUSTRADORES CIENTÍFICOS

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Conteúdo: O minicurso visa trabalhar os conceitos fundamentais da cor-pigmento, explorando aspectos teóricos e práticos, especialmente destinados a execução de trabalhos de Ilustração Científica. Tem como objetivo principal o aprimoramento perceptivo (visual) e desenvolvimento de habilidades nesse campo.  A partir das cores primárias  e algumas complementares o aluno será orientado a encontrar toda a gama de cores necessárias, bem como exercitar técnicas de aplicação de pigmentos que visem a correção cromática de trabalhos em andamento. Espera-se que, dessa forma, o aluno possa adquirir  mais confiança e agilidade nos trabalhos ilustrativos
Número de vagas: 20 alunos
Materiais necessários– Cada aluno deverá providenciar e levar:
Tintas: as mais adequadas para esse trabalho são as aquarelas profissionais em tubos ou pastilhas, nas cores fundamentais:
Amarelo Limão; Amarelo de cádmium; Vermelho de cádmium; Carmin alizarim, Magenta, ciano (ou azul cerúleo); azul de cobalto; azul ultramar; índigo; payne’s gray, sépia e neutral tint.
Tintas de linhas profissionais são preferíveis, como a W&N artist, Daler Rowney, Rembrandt ( Talens),Maimery entre outras pela melhor qualidade cromática e transparência, mas caso não as tenham podemos trabalhar tb. com a linha estudantil da Cotman (W&N) ou Van Gogh (Talens).
Pincéis: de 2 a 4 pincéis redondos, de pelo de marta ou sintéticos (sable touch), na numeração variável de 1 a 5 .
Acessórios : paleta plástica com tampa ou filme protetor, papel toalha , lápis HB, borracha, régua e/ou esquadro, pote para água.
Papéis: os adequados para aquarela, de gramatura média de 200 a 300g/m², textura fina ou levemente rugosa, como os da Fabriano (L 121 , 50% Algodão), Mix media (da Canson), Montval (Canson), Fabriano artístico… Formato das folhas pode variar entre o A4 e A3 podendo ser aproveitados retalhos de folhas de qualquer tamanho, blocos em uso, etc… e quantidade equivalente a área de 3 folhas A3.
Os que desejarem trabalhar com lápis de cor os mais indicados são os profissionais, não aquareláveis, das marcas Polychromus da Faber Castell, Prismacolor, Lyra ou similares, nas cores acima citadas ou estojos de 24 cores e os seguintes acessórios : apontador técnico ou lâmina para apontar, lixa (pode ser a de manicure), papel toalha, lápis grafite HB, régua e/ou esquadro, borracha.
Os papéis para essa técnica podem ser o Fine Face da Canson 200g/m² ( o mesmo que está nos blocos de desenho da mesma marca), além dos indicados acima para aquarela, de textura lisa ou levemente rugosa.
Pasta plástica para acondicionar os papéis e demais materiais gráficos.

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